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Cassi estuda novo modelo de custeio

A Cassi estuda um novo modelo de custeio do plano de saúde dos funcionários do Banco do Brasil. A informação foi confirmada pelo diretor da Cassi Luiz Satoru na reunião por videoconferência com as entidades representativas dos empregados na última quinta-feira (14/5).

A decisão é preocupante, pois a atual diretoria é alinhada com o BB, que busca reduzir sua participação no custeio do plano. Faz algum tempo que os diretores indicados pelo banco e o eleito pelos associados tentam vender a ideia da necessidade de reavaliar a participação dos associados nos custos, no sentido de aumentá-la, e não negam que já existe estudo de uma nova fórmula de custeio, sem aumentar a oneração do banco. Isso sem nenhuma discussão com os associados.

A base estrutural do atual modelo de custeio define a contribuição pelos associados de 4% sobre suas verbas salariais, com contribuição mínima de R$ 120,00. O banco contribui com 4,5% sobre o total das verbas salariais, com valor mínimo de R$ 135,00. Sobre os dependentes, os aposentados contribuem com 2%, limitado a R$ 300. Os funcionários da ativa contribuem com 1,75%, sendo 1% para o primeiro dependente, 0,5% para o segundo e 0,25% para o terceiro, também limitado a R$ 300.

Os associados acabaram de aprovar um estatuto para a entidade que define o modelo de custeio. Existe ainda, o compromisso com as entidades dos funcionários de que a coparticipação deve retornar aos patamares anteriores a 2018, quando houve a negociação para o aumento provisório apenas para sanear a Cassi.

As entidades sindicais vão continuar lutando para impedir o aumento no plano e a retirada de direitos dos associados.

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