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COE Itaú quer suspensão das demissões e do GERA

Na última sexta-feira (16/4), durante uma reunião entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú e a direção do banco,  o emprego, GERA e protocolos de saúde e segurança contra a disseminação da Covid-19 foram pautas.

Por conta do contexto pandêmico, o movimento sindical entende que este não é o momento para a implantação do programa de remuneração variável GERA, uma vez que o novo modelo é bem mais complexo e prejudicial, comparado ao AGIR, além das metas mais difíceis de serem atingidas e as dúvidas por parte dos trabalhadores.

A suspensão de qualquer processo de demissão durante a pandemia do coronavírus também foi solicitada. O movimento sindical pontuou que o número de trabalhadores demitidos está muito alto, em meio a uma pandemia. Vale lembrar que o banco, durante a mesa de negociações, já havia assumido o compromisso de não demitir os funcionários durante a pandemia, exceto por justa causa.

Também foi cobrado o cumprimento dos protocolos de saúde e segurança no trabalho. O Itaú garantiu a intensificação do cumprimento dos protocolos de saúde, fechamento das agências às 14h e suspensão de visitas.

Além disso, o banco apresentou um quadro que apontou o cumprimento de 18% das horas negativas dos trabalhadores. A situação será reavaliada a cada três meses. Caso os trabalhadores não conseguirem cumprir, o período de pagamento das horas será modificado.

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