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É lei. Sem vigilante, agência deve fechar

Em Salvador, algumas agências bancárias descumprem a lei federal e abrem para atendimento mesmo sem vigilante. A categoria, que está em greve por tempo indeterminado desde terça-feira (26/02), reivindica o pagamento do adicional de periculosidade de 30%. 

De acordo com o Sindicato dos Vigilantes, os trabalhadores fecharam cerca de 200 agências bancárias somente na capital baiana. Em todo o Estado, mais de 5 mil participam do movimento.

O vigilante José Gonçalves da Silva, na profissão há 23 anos, informa que em janeiro a categoria recebeu apenas 12% de adicional de risco de vida, e não os 30% exigidos pela legislação. 

Bancário solidário - Os bancários estão solidários à luta dos vigilantes. A categoria sabe dos riscos que os vigilantes estão expostos, inclusive quem trabalha nas agências. O setor bancário hoje é alvo constante de ataques e muitas ocorrências terminam com um trabalhador da área de segurança morto.

Das 57 vítimas fatais registradas no Brasil no ano passado nos assaltos a bancos, 9 eram vigilantes. O número corresponde a 16% do total. Um bancário que não se identificou ressalta que "profissionais da área de segurança protegem vidas e ainda recebem um salário defasado".


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