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Greve Geral leva movimentos e organizações populares às ruas de Aracaju

  Notícias Sergipe 
Partidos políticos, movimentos sociais e organizações populares foram às ruas de Aracaju nesta quinta-feira (11), reivindicar dos governantes o fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho de 44h para 40h sem perdas, reforma agrária, e que 10% do Produto Interno Bruto (PIB) seja direcionado para a educação e 10% do orçamento para a saúde. A democratização dos meios de comunicação e o direito de expressão também estiveram na pauta da mobilização.

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Munidos de cartazes e faixas, os manifestantes, em sua maioria ligados a organizações sindicais, seguiram em blocos   da praça Fausto Cardoso para as ruas da capital, com previsão de parar em frente a Assembleia Legislativa.

“A reivindicação dos trabalhadores continua engavetada. O Governo Federal tem dado prioridade à pauta dos empresários. Entendo que essa é a primeira greve de várias outras que estão por vir”, afirmou Roberto Silva, vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores de Sergipe (CUT/ SE).

Lídia Anjos, do Movimento Nacional dos Direitos Humanos, ressaltou que a luta é por dignidade trabalhista, por democratização das terras quilombolas, pela reforma política, por educação de qualidade, não privatização da saúde e pela regulamentação da comunicação.

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Além do Conlutas, CUT, Força Sindical, estavam presentes diversos sindicatos, tais como os dos enfermeiros, dos funcionários do Tribunal de Justiça, dos funcionários da Saúde, do Município de Aracaju e dos Petroleiros. Também participaram partidos políticos, representantes das forças da juventude, coletivos e movimentos organizados a exemplo do Não Pago, Sem Terra, Intervozes, Juventude Comunista, entre outros.

 

Por Sílvio Oliveira- F5News

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