GT de saúde do Itaú debate programa de readaptação
O Grupo de Trabalho (GT) de saúde e condições de trabalho do Itaú, formado por representantes dos trabalhadores e a direção do Itaú, discutiu nesta quinta-feira (7), em São Paulo, o programa de readaptação, quando foram apresentados os dados atualizados sobre os participantes.

A maioria dos trabalhadores que passou pelo programa é do gênero feminino. Cerca de 90% dos casos, são pessoas que retornam dos afastamentos pela previdência social. A discussão sobre o programa continuará nos próximos encontros.
Gestão do PCMSO e do departamento de Saúde ocupacional - As gestões do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e do departamento de saúde ocupacional foram também debatidos nesta reunião. A reivindicação dos bancários é que o banco crie uma alternativa ao novo sistema implementado, pois os erros acontecem não só quando os bancários apresentam seu documento de afastamento/ licença ao gestor, mas também foi detectado que pode existir um problema no sistema.
O Itaú apontou que vai resolver os casos que já estão com problemas e melhorar a comunicação, para que o gestor seja melhor informado de como funciona o sistema e o trabalhador também. O banco ficou de trazer um profissional para explicar como funciona o fluxo dessas informações de afastamento. O intuito é debater e tentar encontrar os erros que estão ocorrendo.
O banco apresentou ainda a quantidade de trabalhadores afastados ou de licença, o que foi reivindicado pelos representantes dos bancários na última reunião. Outra cobrança dos bancários foi uma solução para a questão do requerimento que o trabalhador assina quando saí de licença, pois ele mescla duas cláusulas da CCT, a 28 e a 62. A empresa se comprometeu a apresentar uma solução até a próxima reunião, marcada para o dia 19 de julho. Neste encontro também será debatido a clausula 57.
Fonte: Contraf
