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GT discute o custeio do Saúde Caixa

Na reunião do Grupo de Trabalho do Saúde Caixa desta sexta-feira (21/7), a Caixa apresentou projeções no custeio plano de saúde dos empegados. Pelos dados apresentados, ficou claro que sem a retirada da limitação estatutária da Caixa participar apenas com 6,5 % do custeio do plano, ele vai acabar por ficar inviável.

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As projeções da empresa apontam para um aumento nas mensalidades dos titulares, que passariam para 6,46% em 2024 e 7,25% em 2025, caso a restrição seja mantida. Por isso, os representantes dos trabalhadores no GT cobraram a retirada imediata do teto.

O Saúde Caixa foi criado tendo como base os princípios da solidariedade, do pacto intergeracional e do mutualismo. Estes princípios garantem cada empregado pague de acordo com sua capacidade contributiva, que nenhum deles seja excluído devido sua idade, tendo sido criado um subsídio cruzado entre as faixas etárias, para que todos contribuam para o mútuo, garantindo o acesso aos serviços de saúde a todos que necessitarem.

“Não abrimos mão dos princípios do nosso plano de saúde. Mas, a manutenção do teto de 6,5% prejudica seu cumprimento, transforma o Saúde Caixa em um plano de mercado, que só pode ser mantido com a cobrança individual e por faixa etária. Expurga os idosos e inviabiliza a continuidade do plano para os jovens quando estes se aposentarem”, disse a coordenadora do GT e da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Fabiana Uehara Proscholdt.

Para o secretário Geral da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza, "é preciso que desde já iniciemos uma grande mobilização da categoria, para garantir que não haja aumento nas contribuições dos participantes e que possamos manter os princípios do mutualismo, solidariedade e pacto intergeracional".

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