Itabuna protesta contra o feminicídio
O sentimento de tristeza e indignação tomou conta dos trabalhadores e trabalhadores em uma manifestação contra o feminicídio, no centro de Itabuna, na manhã desta quinta-feira (14/6).

“Quem ama não mata”, “O machismo mata mulheres todos os dias”, diziam as faixas que deram o tom do protesto que buscava a conscientização popular sobre o número de mortes de mulheres vítimas da violência no país.
“A violência doméstica se naturalizou no país e isso é um absurdo. A ideia de que a mulher só foi feita para servir faz parte de um cotidiano horroroso. Precisamos mudar esse paradigma e denunciar todo tipo de violência” declarou Sônia Amorin, presidente do Sindicato dos Radialistas de Itabuna.
A manifestação foi uma ação unificada dos sindicatos e movimentos sociais da cidade depois do assassinato da comerciária Maria Aparecida Reis, na última sexta-feira (8), morta pelo ex-companheiro que não aceitava o término do relacionamento.
“Os índices de mortalidade feminina no país são alarmantes. É preciso que as políticas públicas sejam mais efetivas em defesa da mulher uma vez que a própria Maria Aparecida já tinha entrado com uma medida protetiva, mas que não a impediu de ser morta”, denunciou a presidente do Sindserv, Wilmacy Oliveira.
Fonte: Ascom do Seeb Itabuna.
