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Itaú: GT Saúde debate acompanhamento das metas

O cumprimento da cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) voltou a ser debatido pelo Grupo de Trabalho (GT) de Saúde do Itaú, na reunião da última terça-feira (27/6), em São Paulo.

Mais uma vez, os representantes dos bancários denunciaram o crescimento do adoecimento psíquico relacionado ao trabalho no banco. De acordo com o levantamento dos sindicatos, 80% dos casos são de esgotamento profissional ocasionados por metas inatingíveis e assédio moral. Além disso, as denúncias de assédio aumentaram expressivamente e os afastamentos também.

Os bancários propuseram ao Itaú um programa que respeite as metas acertadas no início do ano, pois os trabalhadores reclamam das constantes mudanças. Também foi proposto um sistema de metas coletivas, minimizando as metas individuais.

No GT, o banco apresentou o sistema de construção de metas, que leva em consideração apenas o programa e a remuneração, o que não foi o foco da proposta do GT.

Para os representantes dos bancários, os dados apresentados pelo Itaú não representam a realidade, pois não levam em consideração o adoecimento e as denúncias de constante assédio. Os trabalhadores insistem em um sistema de metas mais reais, que sejam coletivas e respeitadas pelo banco.

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