Itaú/Unibanco apresenta modelo de Centro de Realocação de Funcionários
Com a fusão das redes de agências das duas instituições em andamento, o movimento sindical bancário tenta garantir a manutenção do emprego. Segundo os representantes do banco, haverá um maior número de bancários excedentes no estado de São Paulo, onde mais departamentos serão unificados.
O banco se comprometeu de buscar outras alternativas para evitar a dispensa imotivada. O Centro de Realocação irá oferecer treinamentos e cursos como o da Anbid aos trabalhadores excedentes, para adaptação ao exercício de novas funções em outras agências.
Os representantes do Itaú/Unibanco disseram que a instituição está preocupada com a manutenção dos funcionários e irá maximizar o reaproveitamento do maior número possível de bancários. O banco não irá fechar agências e vai suspender as contratações externas, sejam elas diretas ou de terceirizados.
O modelo de gestão adotado pela direção será o do Itaú. As agências do Unibanco serão readequadas e terão que cumprir o programa AGIR - Ação Gerencial Itaú Resultados. Um modelo que já foi amplamente criticado pelo movimento sindical bancário devido à cobrança de metas abusivas.
PCR - A discussão sobre PCR (Participação Complementar nos Resultados), específica para bancários do Itaú, será debatida na próxima reunião com a COE. No entanto, os representantes do banco adiantaram que os critérios da PCR do Itaú, da RR - Remuneração por Resultados do Unibanco e PLR serão unificados.
Auxílio-educação - O banco garantiu a concessão de 1.400 bolsas - já previstas no Programa da PCR, retroativas ao início do ano, que serão liberadas para os funcionários do Itaú ainda no mês de abril.
FEEB-RS
