Marcelo Dêda: "Conforme Pôncio Pilatos?"
Estamos há
meses tentando uma audiência com o governador Marcelo Déda para expor o processo
de terceirização que está em andamento no Banese. A transformação dos postos
Banese em pontos de atendimento SEAC (Detran, Ipes, Jucese e outros), a criação
de centrais de malote também do SEAC (serviço bancário que foi retirado das
agências do Banese), a terceirização dos serviços de Tecnologia (onde eram
desenvolvidos 98% dos programas do banco, que agora não chegam a 20%), a
manutenção dos cash-dispenser, impressão de boletos e o call-center são a marca
da terceirização no banco.
Estamos há
meses tentando uma audiência com o governador Marcelo Déda para expor o processo
de terceirização que está em andamento no Banese. A transformação dos postos
Banese em pontos de atendimento SEAC (Detran, Ipes, Jucese e outros), a criação
de centrais de malote também do SEAC (serviço bancário que foi retirado das
agências do Banese), a terceirização dos serviços de Tecnologia (onde eram
desenvolvidos 98% dos programas do banco, que agora não chegam a 20%), a
manutenção dos cash-dispenser, impressão de boletos e o call-center são a marca
da terceirização no banco.
Desde 2007 que o banco não
contrata concursados. Sem valorização do baneseano e um plano de cargos e
salários, o excesso de trabalho tem levado muitos funcionários a deixarem o
banco ou a se aposentarem.
Edson Moreira é diretor do
Sindicato dos Bancários e funcionário do Banese há 25 anos
