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Nada de avanço na negociação com o Banco do Brasil

Depois da reunião da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), nesta terça-feira (23/08), a CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil) sentou à mesa com o BB para mais uma negociação que, novamente, terminou sem avanços. Em pauta, horas negativas acumuladas por conta da pandemia de Covid-19 e teletrabalho.

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Os representantes dos trabalhadores reafirmaram a necessidade de anistiar as horas. No entanto, o banco não avançou neste ponto. A única novidade apresentada pela empresa é a ampliação do prazo para o pagamento, que antes era 18 meses, e agora o BB admite dobrar para 36 meses. Um total de 20.912 funcionários estão com horas negativas. Destes, 18.237 trabalhadores, o equivalente a 87.21%, têm até 30 horas negativas. Já de 31 a 120 horas são 1.215 bancários.

Sobre teletrabalho, a pauta pede a ampliação da quantidade de pessoas na modalidade, além de permitir a alguns setores do banco que atualmente não são permitidos. É o caso do Escritório Digital.

“É importante ampliar o teletrabalho para que os funcionários do escritório possam ser atendidos. Ou seja, possam fazer o trabalho de forma remota. Até porque a natureza do serviço deles é possível. Eles estão se sentindo discriminados, porque existe um acordo teletrabalho que não os contempla”, frisou o diretor do Sindicato e membro da CEBB, Fábio Ledo.

Também foi reivindicado que as horas trabalhadas em teletrabalho semanalmente pudessem aumentar, mas foi negado. Hoje existe a possibilidade de ajuda de custo, mas o banco só paga para quem tem a metade das horas trabalhadas em home office. O problema é que ninguém consegue receber, pois o BB não permite faça 50% da jornada. A maioria trabalha inferior a 50%.

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia.

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