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Negociação sobre PCR do Itaú Unibanco não avança e termina em impasse

Terminou em impasse a negociação específica entre os bancários e o Itaú Unibanco, realizada nesta quarta-feira, dia 26, em São Paulo. Apesar das entidades sindicais, o banco disse que não vai aumentar o valor do Programa Complementar de Remuneração (PCR), estabelecido pela empresa em R$ 1.100 na reunião do último dia 11. Os dirigentes sindicais rejeitaram a proposta do banco e disseram que os funcionários não aceitarão um PCR menor que o do ano passado.

Segundo o coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco, Jair Alves, a proposta não é só insuficiente como inferior ao ano passado, quando o banco pagou R$ 1.800 para os funcionários do Itaú. "É positivo estender a PCR também para os bancários do Unibanco, mas o banco não pode repartir o mesmo bolo de 2008 entre todos e rebaixar o valor pago. Quem trabalha diariamente para garantir o crescimento do banco merece uma remuneração compatível", destaca.

Veja a evolução do PCR desde a sua criação:

Ano PCR
2003 - R$ 500
2004 - R$ 800
2005 - R$ 850
2006 - R$ 1.200
2007 - R$ 1.500
2008 - R$ 1.800


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