Respostas do Itaú sobre as modificações no AGIR não são satisfatórias
Após um ciclo de reuniões com a direção do Itaú, sendo a última no dia 20 de novembro, a Comissão de Organização dos Empregados (COE) avaliou que o banco não ofereceu respostas satisfatórias sobre as alterações no programa Ação Gerencial Itaú de Resultados (AGIR). Os bancários estão descontentes com as mudanças efetuadas no final do semestre, sem a devida comunicação, e que podem comprometer a sem a elegibilidade do programa.
De acordo com os representantes do Itaú, os comunicados que fazem parte do processo do AGIR, e que tenham ocorrido tardiamente, foram feitos de maneira que não criasse nenhuma novidade na elegibilidade, e também para atenuar as medidas na concessão de carência e inadimplência dos consignados. Contudo, os representantes do banco concordam ter havido erros na comunicação. Entretanto disseram não ter sido intencional e que o objetivo sempre é de melhorar.
A COE reforçou a necessidade de esclarecimentos sobre as alterações e solicitou que no momento da assinatura do acordo sobre o PCR fique mantida a cláusula que garanta as regras do AGIR, evitando assim mudanças no meio do processo.
Auxílio educação
Outra cobrança da COE Itaú foi sobre a definição do auxílio educação. Para os representantes dos trabalhadores, o auxílio educação precisa ter um reajuste satisfatório, uma vez que o reajuste não foi feito com um percentual que condiz com a realidade dos bancários.
Os representantes do banco afirmaram que devido às alterações estruturais, será encaminhada uma definição da direção para voltar com a discussões sobre auxílio educação e o PCR (que ainda não tem uma definição de valores), pois são oriundos da mesma fonte de financiamento e ambos terão que ser rediscutidos.
O tema voltará ao debate na próxima reunião com o banco, que deve acontecer na semana que vem, com a ampla discussão sobre o tema teletrabalho.
