Apesar dos lucros bilionários R$ 14 bilhões em 2011 e quase R$ 3,5 bi só no primeiro trimestre deste ano, a política do banco é reduzir o número de funcionários mesmo num cenário de expansão do número de agências. Nas unidades de Itabuna e Ilhéus o clima é de tensão diante da ameaça das demissões acontecerem a qualquer momento.
Uma verdadeira injustiça um segmento com alta lucratividade e que mais uma vez será beneficiado com as medidas governamentais anunciadas no dia 21 de maio objetivando a expansão do crédito e o fortalecimento do mercado interno continuar com a prática maléfica de a qualquer dificuldade, no caso alegado o crescimento da inadimplência, recorrer a redução do quadro funcional.

