Termina hoje prazo para BB se explicar sobre compra da folha em Poço Redondo
No último dia 14, o presidente do Sindicato dos Bancários, José Souza, participou de uma audiência pública naquele município, juntamente com o advogado Philipe Britto e o diretor Edson Moreira, que tratou da venda da folha de pagamento dos funcionários do Município ao Banco do Brasil.
A exemplo do que ocorreu em Propriá, onde o promotor de Justiça entrou com ação exigindo a devolução da folha de pagamento ao Banco do Estado de Sergipe (Banese), a promotora de Justiça também considerou ilegal a venda da folha.
"Em Propriá, a decisão foi contra a Caixa Econômica. Desta vez a decisão foi desfavorável ao Banco do Brasil. Esta é uma prova de que o Sindicato não está contra nenhum banco, muito menos privilegiando. Da mesma forma que estamos fazendo com o Banese, faríamos pelo BB ou a Caixa, se o Banese quisesse comprar a folha de pagamento de uma instituição federal", justifica Souza.
O SEEB/SE pediu investigação ao Ministério Público porque entendeu que a retirada das folhas de pagamento do Banese é uma agressão à Constituição Estadual e à Lei de Licitação (8.666/93).
"A nossa iniciativa foi recepcionada pela Justiça como correta. A promotora tende a seguir o mesmo caminho do promotor de Propriá. Ela anulou o contrato e deu um prazo de 15 dias para que o Banco do Brasil se posicione", explica Souza.
SEEB-SE
