2º Congresso da Nova Central deve reunir 1.500 sindicalistas
A organização convidou autoridades, ministros, deputados, senadores, centrais, confederações e representantes do Judiciário. No último dia do encontro 29, os delegados votarão a ratificação da reforma do estatuto da Nova Central e elegerão diretoria executiva, secretarias nacionais e conselho fiscal.
O 2º Congresso da entidade tem como eixo o debate sobre "a crise internacional e seus efeitos sobre os trabalhadores" - tema que será tratado em três palestras por economistas que abordarão aspectos diferentes da crise. José Calixto Ramos, presidente da Nova Central, avalia que o pior da crise já passou. "A própria CNI - que representa os industriais - está falando em retomada na produção em diversos setores da indústria".
Para Calixto, o Brasil tem tradição em superar adversidades. "Já passamos por tantas crises que nosso povo desenvolveu uma grande capacidade de superação", diz. Segundo o presidente da NCST, a crise também reposicionou o Estado frente à economia nacional e mundial.
Além dos grupos de trabalho, para debater os temas do congresso, o evento da NCST abrirá dois momentos de tribuna livre. "Será o momento de manifestação dos delegados, abordando temas do próprio congresso ou questões específicas de categorias profissionais ou das regiões", explica Calixto.
Histórico
A Nova Central Sindical de Trabalhadores foi a primeira entidade do gênero a ter Brasília como sede. Ao ser fundada, em 29 de junho de 2005, estimava ser composta por sete confederações, 136 federações e cerca de 3 mil sindicatos, representando quase 12 milhões de trabalhadores em todo país.
A NCST se proclama como "uma nova e verdadeira central: independente, classista e autônoma". Defende a unicidade sindical, a contribuição compulsória e o sistema confederativo de representação sindical federal, Prega um Brasil com emprego, desenvolvimento econômico e juros baixos.
Da Redação, com informações da NCST e da Agência Sindical
