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2º Congresso da Nova Central deve reunir 1.500 sindicalistas

Representantes de todos os estados brasileiros confirmaram presença no 2º Congresso Nacional da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores), que acontece em Luiziânia, próximo a Brasília, nesta quarta, quinta e sexta-feira (27, 28 e 29). O encontro deve reunir 1.500 delegados, de mais de 700 entidades de trabalhadores urbanos, rurais e servidores públicos.

A organização convidou autoridades, ministros, deputados, senadores, centrais, confederações e representantes do Judiciário. No último dia do encontro 29, os delegados votarão a ratificação da reforma do estatuto da Nova Central e elegerão diretoria executiva, secretarias nacionais e conselho fiscal.


O 2º Congresso da entidade tem como eixo o debate sobre "a crise internacional e seus efeitos sobre os trabalhadores" - tema que será tratado em três palestras por economistas que abordarão aspectos diferentes da crise. José Calixto Ramos, presidente da Nova Central, avalia que o pior da crise já passou. "A própria CNI - que representa os industriais - está falando em retomada na produção em diversos setores da indústria".


Para Calixto, o Brasil tem tradição em superar adversidades. "Já passamos por tantas crises que nosso povo desenvolveu uma grande capacidade de superação", diz. Segundo o presidente da NCST, a crise também reposicionou o Estado frente à economia nacional e mundial.


Além dos grupos de trabalho, para debater os temas do congresso, o evento da NCST abrirá dois momentos de tribuna livre. "Será o momento de manifestação dos delegados, abordando temas do próprio congresso ou questões específicas de categorias profissionais ou das regiões", explica Calixto.


Histórico


A Nova Central Sindical de Trabalhadores foi a primeira entidade do gênero a ter Brasília como sede. Ao ser fundada, em 29 de junho de 2005, estimava ser composta por sete confederações, 136 federações e cerca de 3 mil sindicatos, representando quase 12 milhões de trabalhadores em todo país.


A NCST se proclama como "uma nova e verdadeira central: independente, classista e autônoma". Defende a unicidade sindical, a contribuição compulsória e o sistema confederativo de representação sindical federal, Prega um Brasil com emprego, desenvolvimento econômico e juros baixos.


Da Redação, com informações da NCST e da Agência Sindical

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