Bancários da Bahia no Fórum Social Mundial
Para o escritor e coordenador do NPC, Vito Giannotti, a experiência do Sindicato da Bahia tem de ser divulgada para servir de exemplo, e o Fórum é o lugar ideal para isso. Giannotti faz questão também de parabenizar a equipe de trabalho do jornal O Bancário, “que tem um alto nível de profissionalismo e, principalmente de compromisso com a luta dos trabalhadores”, destacou. O Sindicato participa ainda das oficinas do Iapaz (Instituto de Ação e Estudos pela Paz) e da UBM (União Brasileira de Mulheres) que acontecem hoje.
Plenária com chefes de governo
Como na maioria dos eventos que aconteceram ontem no Fórum Social Mundial, em plenária com representantes de movimentos sociais, os chefes de governo dos países que participam da Alba (Alternativa Bolivariana para as Américas) – Hugo Chaves (Venezuela), Fernando Lugo (Paraguai), Evo Morales (Bolívia) e Rafael Correa (Equador) – discutiram alternativas contra os efeitos da crise financeira internacional.
Os representantes dos movimentos que participaram do encontro, como das mulheres e da luta pela terra, apresentaram opiniões e reivindicações em relação ao problema.
Os presidentes discursaram para mais de 2 mil pessoas e, ao final, João Pedro Stedile, do MST (Movimento Sem Terra), disse que os movimentos sociais precisam lutar de forma unitária para pressionar os governos a enfrentarem a crise do ponto de vista dos trabalhadores, não do capitalismo.
LULA
À noite, os movimentos sociais se reuniram com o presidente Lula para discutir os reflexos da crise no Brasil. O evento reuniu mais de 10 mil pessoas no Centro de Convenções Hangar.
