COE do Itaú-Unibanco se reúne nesta quarta-feira
No dia 10 de março, durante negociação entre o movimento sindical bancário e a direção da empresa, o Itaú-Unibanco anunciou que não iria pagar a PLR cheia a todos os funcionários. Mesmo com aumento no lucro anual, o banco desrespeita os funcionários e impõe uma PLR menor qua a do ano passado.
O movimento sindical manteve a reivindicação de pagamento integral da PLR para todos os bancários, alcançando o teto de 2,2 salários limitado a R$ 14.696. O banco, no entanto, insiste em sua proposta, que definiu o pagamento da PLR no teto a apenas 46% dos trabalhadores, que estão na faixa salarial de até R$ 2.836.
