CTB declara apoio à greve dos trabalhadores da Universidade Federal do Sergipe
Para Edival Góes, presidente da CTB-SE, há meses os servidores tentam um acordo com o Governo Federal, mas não houve qualquer avanço nas negociações. No dia 8 de junho deste ano, a categoria cruzou os braços como forma de pressionar o governo a negociar. Em 12 de julho, o movimento foi suspenso e os servidores da UFS aguardaram um mês pela abertura das negociações. “Mesmo assim, o governo se manteve irredutível e a categoria não teve outra alternativa a não ser voltar à greve”, ressalta.
A paralisação é nacional e por tempo indeterminado. Na maioria das universidades federais, a greve já dura quase 100 dias, a exceção de três instituições de ensino superior cujos servidores não aderiram à greve. Diante desta realidade, Edival Góes defende que o governo Dilma Roussef abre um canal de negociação e receba o comando de greve da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras – Fasubra.
