CTB, NCST e Força Sindical preparam 1º de maio unificado na Bahia
As seções Bahia da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do
Brasil (CTB), da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) e da
Força Sindical se uniram para fazer uma grande festa na próxima
terça-feira (1º/5), para comemorar o Dia do Trabalhador. O 1º de Maio
Unificado acontece a partir das 13h, na Praça Castro Alves, no Centro de
Salvador, com atrações musicais, sorteio de prêmios e muito protesto.
“A luta pela construção de um Novo
Projeto de Desenvolvimento Nacional, que valorize a classe trabalhadora
com a geração de emprego e renda, são as principais bandeiras para serem
levantadas neste dia. Esse é o nosso objetivo maior. Propiciar um dia
diferente para o trabalhador, que vai ter um motivo a mais para
comemorar o 1º de Maio Unificado”, disse o presidente da CTB Bahia,
Adilson Araújo.O evento marca ainda a união de forças das três centrais, que querem mostrar que é possível conciliar luta e combatividade num dia diferente, com debate e um pouco de lazer. O evento vai contar com a participação de lideranças sindicais, autoridades, parlamentares, representantes de partidos políticos e atrações culturais.
“Trabalho decente é mais emprego, melhores salários e combater as desigualdades sociais e a pobreza em nosso estado. Neste 1º de Maio, as centrais estão unidas por um desenvolvimento sustentável, econômico, social, ambiental e com menos juros,” ressaltou a presidente da Força Sindical, Nair Goulart.
Durante o evento, as centrais vão reivindicar mudanças na política econômica, menos juros, mais empregos, valorização do trabalho com distribuição de renda, o fim do Fator Previdenciário, 10% do PIB e 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a educação, redução da jornada de trabalho sem redução de salário, ratificação da Convenção
158 da OIT, regulamentação da Convenção 151, igualdade de oportunidades e fim do trabalho escravo.
“Vamos sacudir o Brasil no sentido de avançar, para criar mais empregos na indústria, reduzir os juros e promover mudanças na política econômica. Queremos um Brasil desenvolvido, com empregos de qualidade, saúde e segurança no trabalho, igualdade de oportunidades e uma economia forte, que distribua riqueza e reduza as desigualdades”, concluiu José Ramos Felix, presidente da Nova Central.
De Salvador,
Eliane Costa.
