CTB realiza em Salvador I Encontro Nacional do Ramo da Construção
Enquanto o setor da Construção Civil é destaque na economia nacional como um dos melhores desempenhos e maiores lucros, os trabalhadores enfrentam problemas, que vão desde jornadas excessivas, falta de assinatura na carteira de trabalho, acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. Cerca de 50 dirigentes de sindicatos do ramo da construção de diversos estados, filiados à CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, estiveram reunidos em Salvador, no I Encontro Nacional do Ramo da Construção que aconteceu no sábado, dia 12/07, na Organização Fraternal São José (Cidade Baixa). Na oportunidade, foi eleita uma coordenação nacional do ramo da construção, formada por Raimundo Brito, Antonio Lopes, Raimundo Moacir Martins, Lúcia Maia, Miraldo Vieira da Silva, José Nivalto Souza Lima e Sônia Maria da Silva.
O evento aprovou algumas resoluções importantes para embasar as lutas dos trabalhadores do ramo da construção e das entidades filiadas À CTB: participação nas instâncias de deliberações dos recursos do PAC; exigência do cumprimento das leis ambientais; formalização de 100% dos trabalhadores, com carteira assinada, nas contratações das obras do PAC; contrapartidas das empresas que executam obras do PAC em investimentos na qualificação profissional dos trabalhadores; e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução dos salários.
O presidente do SINTRACOM-BA e diretor executivo nacional do ramo da construção civil da CTB, Raimundo Brito, destaca quatro pontos fundamentais dos debates sobre o ramo da construção no encontro da CTB: o desempenho do setor da Construção na economia nacional; os problemas enfrentados pela categoria para a formalização do emprego no mercado de trabalho; a participação efetiva dos trabalhadores no controle social dos recursos do PAC; os acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, dentre elas a hanseníase; e o crescimento da participação das mulheres no mercado.
O setor da Construção contabiliza, hoje, mais de sete milhões de trabalhadores e trabalhadoras. E com os investimentos do governo Federal no PAC, a tendência é aumentar o emprego. Na mesma medida, os problemas enfrentados pelos trabalhadores aumentam: desse total, mais de 50% trabalham sem carteira assinada.
Raimundo Brito chama a atenção para o momento político: "Estamos em ano eleitoral, o governo faz grandes investimentos em obras do PAC e os trabalhadores querem uma participação efetiva, no controle social desses recursos. Além disso, queremos que haja fiscalização e a assinatura da carteira dos trabalhadores, seja uma exigência para as empresas executarem obras do PAC".
E conclama toda a militância a participar ativamente da campanha eleitoral em curo, apoiando os candidatos progressistas, sempre colocando em primeiro plano as bandeiras e reivindicações da classe trabalhadora, observando o caráter municipal do pleito, destacando a defesa de um novo projeto nacional de desenvolvimento, fundamentado na soberania e na valorização do trabalho.
Raimundo Brito diz que os sindicalistas devem somar forças com outros setores democráticos na luta para humanizar as cidades, garantindo melhores condições de vida e serviços públicos de qualidade para o povo. A CTB defende a democracia participativa, transparência nas contas públicas, uma reforma urbana orientada por políticas públicas eficientes nas áreas de saúde, educação, transportes, saneamento básico, lazer, cultura e moradia decente para todo o povo.
O evento aprovou algumas resoluções importantes para embasar as lutas dos trabalhadores do ramo da construção e das entidades filiadas À CTB: participação nas instâncias de deliberações dos recursos do PAC; exigência do cumprimento das leis ambientais; formalização de 100% dos trabalhadores, com carteira assinada, nas contratações das obras do PAC; contrapartidas das empresas que executam obras do PAC em investimentos na qualificação profissional dos trabalhadores; e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução dos salários.
O presidente do SINTRACOM-BA e diretor executivo nacional do ramo da construção civil da CTB, Raimundo Brito, destaca quatro pontos fundamentais dos debates sobre o ramo da construção no encontro da CTB: o desempenho do setor da Construção na economia nacional; os problemas enfrentados pela categoria para a formalização do emprego no mercado de trabalho; a participação efetiva dos trabalhadores no controle social dos recursos do PAC; os acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, dentre elas a hanseníase; e o crescimento da participação das mulheres no mercado.
O setor da Construção contabiliza, hoje, mais de sete milhões de trabalhadores e trabalhadoras. E com os investimentos do governo Federal no PAC, a tendência é aumentar o emprego. Na mesma medida, os problemas enfrentados pelos trabalhadores aumentam: desse total, mais de 50% trabalham sem carteira assinada.
Raimundo Brito chama a atenção para o momento político: "Estamos em ano eleitoral, o governo faz grandes investimentos em obras do PAC e os trabalhadores querem uma participação efetiva, no controle social desses recursos. Além disso, queremos que haja fiscalização e a assinatura da carteira dos trabalhadores, seja uma exigência para as empresas executarem obras do PAC".
E conclama toda a militância a participar ativamente da campanha eleitoral em curo, apoiando os candidatos progressistas, sempre colocando em primeiro plano as bandeiras e reivindicações da classe trabalhadora, observando o caráter municipal do pleito, destacando a defesa de um novo projeto nacional de desenvolvimento, fundamentado na soberania e na valorização do trabalho.
Raimundo Brito diz que os sindicalistas devem somar forças com outros setores democráticos na luta para humanizar as cidades, garantindo melhores condições de vida e serviços públicos de qualidade para o povo. A CTB defende a democracia participativa, transparência nas contas públicas, uma reforma urbana orientada por políticas públicas eficientes nas áreas de saúde, educação, transportes, saneamento básico, lazer, cultura e moradia decente para todo o povo.
