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Das redes sociais, eco contra a cultura do estupro chega às ruas de Aracaju

As aracajuanas saíram da Passarela das Flores do Mercado Municipal em direção ao Poder Judiciário de Sergipe para exigir maior agilidade da Justiça aos casos de estupro. Nesse caminho, as ativistas percorreram o Calçadão João Pessoa e cruzaram a histórica Praça Fausto Cardoso até chegar às escadarias do Judiciário.

Elas chamavam à atenção por onde passavam. Cantavam. Carregaram flores, cartazes alternativos e calcinhas manchadas de tinta vermelha. Depois de um ato político relâmpago sobre questões de gênero, deixaram as mensagens nas escadarias da instituição.

"Não podíamos ficar apenas nas redes sociais, tínhamos de também falar presencialmente com outras mulheres e homens nas ruas da nossa cidade. O grotesco, covarde e cruel estupro coletivo no Rio de Janeiro (e que ganhou repercussão internacional) precisa de um debate intenso. Os estupros às mulheres são um fenômeno da sociedade machista e precisa ser combatido veementemente com a aplicação das legislações existentes e políticas públicas", diz a presidenta do Sindicato dos Bancários de Sergipe, Ivânia Pereira.

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