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Defender a Caixa é defender o direito dos brasileiros

 

Segundo um relatório da Caixa Econômica Federal, no primeiro semestre deste ano a carteira de crédito ampliada cresceu somente 6,7%. É um percentual bem menor do que o registrado no primeiro semestre de 2015, que foi de 17%.

Os resultados da pesquisa aponta para a adoção de uma política que afasta o banco de seu papel social e se associa ao ajuste fiscal do governo, responsável pela retração da economia, com a diminuição do emprego. Porém vale ressaltar, que nada justifica o péssimo tratamento da instituição com os bancários.

Este é apenas mais um entre os diversos indicadores que estão vindo para se juntar à perspectivas nada favoráveis para o povo brasileiro e aos empregados da Caixa, vez que o governo golpista deixou claro que privatizações serão feitas indiscriminadamente. Loteria, seguros e cartões estão certamente nessa lista de “privatizáveis”.

Outra ameaça em curso diz respeito à quebra do monopólio da Caixa sobre o FGTS. Nesse “debate”, a grande imprensa – liderada pelas organizações Globo – defende que os recursos sejam partilhados com os bancos privados, cujo único objetivo é o de lucrar mais à custa dos recursos dos trabalhadores, sem nenhum compromisso com o desenvolvimento do Brasil.

Para os empregados da Caixa, a situação é de alerta e exige resistência. A entidade teve lucro menor na comparação com o primeiro semestre do ano passado, mas mesmo assim, o montante atingiu R$ 2,448 bilhões. Situação que leva os bancários a um momento de reflexão, pois mesmo com tantos lucros, os cortes de funcionários tem acontecido em massa e o aumento de trabalho para os que permanecem só se intensifica.

Com o golpe, estão sob ameaça o papel da Caixa como instituição financiadora do desenvolvimento do Brasil e em consequência, o emprego e a qualidade das condições de trabalho. Os bens e serviços públicos é uma luta de todas as categorias em campanha salarial neste semestre e só unidos, será possível reagir ao golpismo que almeja o retrocesso para atender a grupos privados e empresas multinacionais e ataca os direitos de todos os brasileiros.

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