Empregos com carteira assinada crescem, mas em ritmo menor, diz IBGE
"É um ponto para termos atenção. Está claro que, apesar do crescimento do contingente de trabalhadores com carteira assinada, há uma desaceleração nesse crescimento", disse o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.
A pesquisa do IBGE constatou ainda que, em novembro, o crescimento de empregos sem carteira de trabalho assinada chegou a 2,9%, maior, portanto, do que o de postos de trabalho com carteira assinada:
De acordo com o IBGE, novembro registrou ainda uma taxa de ocupação (razão entre as pessoas empregadas e a população acima de 10 anos de idade) recorde de 55,3%. Cerca de 23,5 milhões de pessoas estavam trabalhando nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE no mês passado.
Outra constatação positiva da Pesquisa Mensal de Emprego de novembro foi o rendimento médio real habitual dos trabalhadores, que alcançou o valor recorde de R$ 1.809,60. O valor é 0,8% maior do que o observado em outubro deste ano e 5,3% superior ao de novembro do ano passado.
Agência Brasil
