Estudo da FGV revela que Brasil terá 100% de saneamento básico só em 20 anos
A terceira etapa da pesquisa "Impactos sociais de investimentos em
saneamento", concluída recentemente pelo Centro de Políticas Sociais da
Fundação Getúlio Vargas (FGV), aponta que o Brasil precisará de pelo
menos 20 anos para conseguir universalizar o serviço de saneamento
básico para toda a população, caso seja mantido o atual ritmo de
investimentos, de R$ 10 bilhões ao ano.
Para que toda a população passasse a ser atendida, o estudo da FGV revela que seriam necessários recursos equivalentes a cinco Programas de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. É de R$ 200 bilhões o valor estimado para levar o serviço de saneamento básico para toda a população brasileira.
Apesar da defasagem no setor continuar alta, o estudo mostra que, em 2007, o crescimento das obras de saneamento básico aumentou sensivelmente e se equiparou ao ritmo de redução da pobreza. Essa melhora, segundo a FGV, não provém de renda e tampouco do Bolsa Família, mas pode ser explicada pela combinação de PAC anunciado com a da Lei Geral de Saneamento. Outro fator apontado foi a criação do Ministério das Cidades, que passou a centralizar as ações de saneamento no país.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que falta de saneamento está ligada à principal causa de morte no mundo. Em primeiro lugar, aparecem as doenças respiratórias como causas de morte, não devido à poluição, mas causada por falta de higiene. Segundo a OMS, as pessoas sem saneamento respiram um ar mais contaminado, com bactérias ou vírus, o que provoca diminuição da capacidade imunológica e faz com que não haja o necessário combate aos agentes infecciosos.
Para que toda a população passasse a ser atendida, o estudo da FGV revela que seriam necessários recursos equivalentes a cinco Programas de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. É de R$ 200 bilhões o valor estimado para levar o serviço de saneamento básico para toda a população brasileira.
Apesar da defasagem no setor continuar alta, o estudo mostra que, em 2007, o crescimento das obras de saneamento básico aumentou sensivelmente e se equiparou ao ritmo de redução da pobreza. Essa melhora, segundo a FGV, não provém de renda e tampouco do Bolsa Família, mas pode ser explicada pela combinação de PAC anunciado com a da Lei Geral de Saneamento. Outro fator apontado foi a criação do Ministério das Cidades, que passou a centralizar as ações de saneamento no país.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que falta de saneamento está ligada à principal causa de morte no mundo. Em primeiro lugar, aparecem as doenças respiratórias como causas de morte, não devido à poluição, mas causada por falta de higiene. Segundo a OMS, as pessoas sem saneamento respiram um ar mais contaminado, com bactérias ou vírus, o que provoca diminuição da capacidade imunológica e faz com que não haja o necessário combate aos agentes infecciosos.
