Fora Meirelles: A luta pelo desenvolvimento nacional com soberania e valorização do trabalho
Com sua política de juros altos, o Banco Central, presidido por Henrique Meireles, já se posicionou claramente como um inimigo do desenvolvimento nacional. O Brasil exibe hoje a mais elevada taxa de juros reais do mundo e a pretexto de combater a inflação o Banco Central promete aumentá-la ainda mais. O congresso de fundação da CTB (Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), realizado no final do ano passado em Belo Horizonte, definiu como eixo estratégico da central a luta pelo desenvolvimento nacional com soberania e valorização do trabalho.
O documento aprovado sobre o tema aponta a necessidade de transformar as bandeiras do trabalho em bandeiras do desenvolvimento, realçando a importância do crescimento econômico.
O freio no processo de desenvolvimento econômico que acompanhou a crise da dívida externa nos anos 1980 custou caro ao país e, especialmente, à classe trabalhadora, A renda per capita do Brasil ficou estagnada durante mais de 25 anos. Como resultado, tivemos o crescimento extraordinário do nível de desemprego, ao qual se associaram efeitos como a redução da participação dos salários no PIB e a precarização crescente dos contratos e relações de trabalho.
Pleno emprego
A defesa do emprego e do salário é algo ao mesmo tempo elementar e central na luta cotidiana da classe trabalhadora em curta, média e longo prazo. Aprendemos com a experiência histórica o significado amargo do desemprego em massa para a vida dos assalariados e a relevância, conseqüente, da bandeira do pleno emprego.
A vida nos ensinou também que o objetivo do pleno emprego não será alcançado sem o crescimento forte e sustentado da economia nacional. Embora tal objetivo, defendido também pelo governo Lula, possa parecer consensual na sociedade brasileira a verdade é que existem forças internas e externas que, perseguindo interesses privados e menores, conspiram objetivamente contra o desenvolvimento nacional. Cabe destacar, neste sentido, aqueles que definem a política monetária.
Juros extorsivos
Com sua política de juros altos, o Banco Central, presidido por Henrique Meireles, já se posicionou claramente como um inimigo do desenvolvimento nacional. O Brasil exibe hoje em dia a mais elevada taxa de juros reais do mundo e a pretexto de combater a inflação o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) promete aumentá-la ainda mais na sua próxima reunião, marcada para o próximo dia 23. Se isto ocorrer podemos contar com a redução da taxa de crescimento e, por conseqüência, do nível de emprego e da massa
Em defesa do emprego e dos salários temos a obrigação de nos opor com firmeza a esta orientação que compromete seriamente o desenvolvimento nacional. É com esta convicção que a CTB conclama as demais centrais, a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), as forças progressistas e todos os que se opõem aos juros altos a protestar contra a política monetária de Meirelles no próximo dia 22 diante da sede e agências do Banco Central. "Menos juros e mais desenvolvimento" é nossa palavra-de-ordem.
Fora Meirelles!
Por um novo projeto de desenvolvimento nacional com soberania e valorização da classe trabalhadora!
O documento aprovado sobre o tema aponta a necessidade de transformar as bandeiras do trabalho em bandeiras do desenvolvimento, realçando a importância do crescimento econômico.
O freio no processo de desenvolvimento econômico que acompanhou a crise da dívida externa nos anos 1980 custou caro ao país e, especialmente, à classe trabalhadora, A renda per capita do Brasil ficou estagnada durante mais de 25 anos. Como resultado, tivemos o crescimento extraordinário do nível de desemprego, ao qual se associaram efeitos como a redução da participação dos salários no PIB e a precarização crescente dos contratos e relações de trabalho.
Pleno emprego
A defesa do emprego e do salário é algo ao mesmo tempo elementar e central na luta cotidiana da classe trabalhadora em curta, média e longo prazo. Aprendemos com a experiência histórica o significado amargo do desemprego em massa para a vida dos assalariados e a relevância, conseqüente, da bandeira do pleno emprego.
A vida nos ensinou também que o objetivo do pleno emprego não será alcançado sem o crescimento forte e sustentado da economia nacional. Embora tal objetivo, defendido também pelo governo Lula, possa parecer consensual na sociedade brasileira a verdade é que existem forças internas e externas que, perseguindo interesses privados e menores, conspiram objetivamente contra o desenvolvimento nacional. Cabe destacar, neste sentido, aqueles que definem a política monetária.
Juros extorsivos
Com sua política de juros altos, o Banco Central, presidido por Henrique Meireles, já se posicionou claramente como um inimigo do desenvolvimento nacional. O Brasil exibe hoje em dia a mais elevada taxa de juros reais do mundo e a pretexto de combater a inflação o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) promete aumentá-la ainda mais na sua próxima reunião, marcada para o próximo dia 23. Se isto ocorrer podemos contar com a redução da taxa de crescimento e, por conseqüência, do nível de emprego e da massa
Em defesa do emprego e dos salários temos a obrigação de nos opor com firmeza a esta orientação que compromete seriamente o desenvolvimento nacional. É com esta convicção que a CTB conclama as demais centrais, a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), as forças progressistas e todos os que se opõem aos juros altos a protestar contra a política monetária de Meirelles no próximo dia 22 diante da sede e agências do Banco Central. "Menos juros e mais desenvolvimento" é nossa palavra-de-ordem.
Fora Meirelles!
Por um novo projeto de desenvolvimento nacional com soberania e valorização da classe trabalhadora!
