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Manifestação cobra punição pelas mortes de Colombiano e Catarina Galindo

Várias atividades acontecem nesta quarta-feira, dia 29 de julho, para marcar um ano das mortes de Paulo Colombiano e Catarina Galindo, assassinados friamente, em Salvador. Até hoje as investigações realizadas pela polícia não identificaram os culpados por este crime.

Foi realizada nesta manhã uma missa de um ano de falecimento dos dois companheiros, na Igreja de São Pedro, na Praça da Piedade, na capital baiana. Logo após a missa, ocorreu uma grande manifestação para cobrar das autoridades a elucidação dos assassinatos. À noite, às 19 horas, será realizada a assembléia geral para fundação do Instituto de Formação e Qualificação Profissional Paulo Colombiano e Catarina Galindo, no Cine Teatro Góes Calmon, no Museu Eugênio Teixeira Leal/Memorial do Banco Econômico, no Pelourinho.

Em audiência nesta segunda-feira, dia 27, com o governador Jaques Wagner e o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, companheiros e familiares de Paulo Colombiano e Catarina Galindo cobraram informações sobre o andamento das investigações do assassinato do casal. Wagner reafirmou que o governo está disposto a solucionar o assassinato e prender os culpados. Neste encontro, estiveram presentes, os deputados Álvaro Gomes e Daniel Almeida (PCdoB); Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)-Bahia; e Geraldo Galindo, diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia e presidente municipal do PCdoB.

Até o momento não há pista dos assassinos, mesmo que o crime tenha ocorrido no início da noite em uma rua movimentada do bairro de Brotas, em Salvador. Nos últimos 12 meses, a CTB realizou diversas mobilizações com o objetivo de pressionar o poder público. As ações, no entanto, não se resumem as manifestações de rua. A Central vem promovendo fóruns de debates para tentar buscar alguma pista sobre o assassinato de Paulo Colombiano e Catarina Galindo.
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