Manifestação em São Paulo repudia o golpe em Honduras e defende as liberdades democráticas
Representantes das centrais sindicais (CTB, NCST, CUT, CONLUTAS), movimentos populares, partidos políticos, e ativistas políticos de América Latina, como Honduras, Nicarágua e Guatemala, defenderam a restauração da democracia hondurenha e condenaram as ameaças dos golpistas contra a embaixada do Brasil, em Tegucigalpa, onde Zelaya está refugiado desde o dia 21 de setembro, após entrar clandestinamente no país.
Todos contra o golpe
Onofre Gonçalves, presidente da CTB-SP, caracterizou o golpe como um retrocesso democrático inadmissível, que deve ser combatido com a unidade de todos os trabalhadores e de todas as correntes políticas comprometidas com as liberdades democráticas que foram conquistas nas lutas travadas pelos povos contra as ditaduras militares em todos os países da América Latina.
“Esse ato público precisa ser organizado novamente para ser realizado em um dia que possamos contar com a participação de mais trabalhadores, pois precisamos ampliar a consciência sobre a necessidade de derrotar o golpe em Honduras para defender as liberdades democráticas em todo o continente. O povo brasileiro não pode assistir passivamente o massacre que os golpistas estão praticando contra o povo hondurenho, principalmente contra as lideranças sindicais e políticas que defendem a volta de Zelaya ao governo”, afirmou Onofre.
A CTB em Tegucigalpa
Uma delegação unitária das organizações do movimento sindical e popular está sendo organizada para levar o apoio e solidariedade dos trabalhadores brasileiros ao povo hondurenho. João Batista Lemos, secretário adjunto de Relações Internacionais da CTB, representará a Central em Tegucigalpa, capital hondurenha.
Portal CTB - FS
