Mirem-se no exemplo dos trabalhadores franceses
As oito maiores centrais sindicais da França decidiram "iniciar uma
mobilização massiva dos assalariados no princípio de 2009", conforme um
comunicado conjunto divulgado nesta segunda-feira (24). A mobilização,
ainda sem data definida, visa evitar que os trabalhadores sejam "os
primeiros a pagar por uma crise pela qual eles não são responsáveis",
diz o texto.
A mobilização, pelo emprego, o poder aquisitivo e "as condições de uma retomada econômica", foi decidida nesta manhã, em Paris, em reunião conjunta da CFDT, CFE-CGC, CFTC, CGT, FO, FSU, Solidários e Unsa. As oito centrais voltarão a se reunir em 15 de dezembro e 15 de janeiro, "para especificar o conteúdo e definir as formas de mobilização". A FO (Força Operária) adiantou que é favorável a "uma greve massiva interprofissional".
No comunicado conjunto, o movimento sindical francês constata "uma acentuação dos problemas ligados ao poder aquisitivo e ao emprego. O que confirma que os assalariados, os aposentados, os que procuram emprego são os primeiros a pagar por uma crise pela qual eles não são responsáveis."
Que os ricos paguem
A mobilização deve servir de exemplo para as centrais sindicais, os movimentos sociais e a classe trabalhadora brasileira. É preciso unificar as organizações populares para evitar que a classe trabalhadora seja, uma vez mais, a principal vítima da crise e lutar para que o capital financeiro pague a conta da crise, conforme sugere o título da nota da CTB sobre o tema.
No Brasil, isto requer a mudança da política econômica, controle do câmbio e do fluxo de capitais, taxação das remessas de lucros e dividendos, redução dos juros, fim do superávit primário, aumento dos gastos e investimentos públicos focados principalmente na geração de novos postos de trabalho, redução da jornada de trabalho sem redução de salários e estabilidade no emprego, entre outras iniciativas.
Trabalhadores e trabalhadoras do Brasil! Mirem-se no exemplo das oito maiores centrais francesas. A 5ª Marcha da Classe Trabalhadora convocada para o dia 3 de dezembro em Brasília por todas as centrais sindicais, com a bandeira do “Desenvolvimento com valorização do trabalho”, pode ser um primeiro passo na direção de uma resposta mais firme e unificada da classe trabalhadora à crise, que já constitui, por aqui, um séria ameaça às modestas conquistas sociais obtidas ao longo dos últimos anos e ao emprego.
Portal CTB, com informações do Le Monde e Vermelho
A mobilização, pelo emprego, o poder aquisitivo e "as condições de uma retomada econômica", foi decidida nesta manhã, em Paris, em reunião conjunta da CFDT, CFE-CGC, CFTC, CGT, FO, FSU, Solidários e Unsa. As oito centrais voltarão a se reunir em 15 de dezembro e 15 de janeiro, "para especificar o conteúdo e definir as formas de mobilização". A FO (Força Operária) adiantou que é favorável a "uma greve massiva interprofissional".
No comunicado conjunto, o movimento sindical francês constata "uma acentuação dos problemas ligados ao poder aquisitivo e ao emprego. O que confirma que os assalariados, os aposentados, os que procuram emprego são os primeiros a pagar por uma crise pela qual eles não são responsáveis."
Que os ricos paguem
A mobilização deve servir de exemplo para as centrais sindicais, os movimentos sociais e a classe trabalhadora brasileira. É preciso unificar as organizações populares para evitar que a classe trabalhadora seja, uma vez mais, a principal vítima da crise e lutar para que o capital financeiro pague a conta da crise, conforme sugere o título da nota da CTB sobre o tema.
No Brasil, isto requer a mudança da política econômica, controle do câmbio e do fluxo de capitais, taxação das remessas de lucros e dividendos, redução dos juros, fim do superávit primário, aumento dos gastos e investimentos públicos focados principalmente na geração de novos postos de trabalho, redução da jornada de trabalho sem redução de salários e estabilidade no emprego, entre outras iniciativas.
Trabalhadores e trabalhadoras do Brasil! Mirem-se no exemplo das oito maiores centrais francesas. A 5ª Marcha da Classe Trabalhadora convocada para o dia 3 de dezembro em Brasília por todas as centrais sindicais, com a bandeira do “Desenvolvimento com valorização do trabalho”, pode ser um primeiro passo na direção de uma resposta mais firme e unificada da classe trabalhadora à crise, que já constitui, por aqui, um séria ameaça às modestas conquistas sociais obtidas ao longo dos últimos anos e ao emprego.
Portal CTB, com informações do Le Monde e Vermelho
