Logo

No STF, trabalhadores cobram nova postura contra interdito proibitório

Crédito: Agnaldo Azevedo
Agnaldo Azevedo Por volta das 13h desta quarta-feira, dia 11, após o encerramento do ato público diante do Congresso Nacional, cerca de 6 mil cutistas seguiram para a Praça dos Três Poderes, onde encerraram a 6ª Marcha da Classe Trabalhadora com protesto diante da sede do Supremo Tribunal Federal (STF). Os trabalhadores cobravam uma mudança de postura dos juízes frente ao uso indevido do interdito proibitório para suprimir o direito de greve.

O interdito é um instrumento da Justiça Cível que, apesar de tratar de direito de propriedade, tem sido aplicado pela Justiça, a pedido dos empresários, para impedir mobilizações e greves. Um fato irônico marcou a manifestação. Impedidos por grades de se aproximar do prédio do STF com o caminhão de som, os trabalhadores recorreram ao megafone para protestar.

O STF também foi alvo de protesto em função das decisões que tem tomado, a partir de ações diretas de inconstitucionalidade, para derrubar avanços conquistados legitimamente pela mobilização e capacidade de negociação dos movimentos sociais.

Houve espaço também para apoiar a libertação do militante de esquerda italiano Cesare Battisti, para quem integrantes do STF defendem a extradição para seu país de origem.


Fonte: Contraf
Template Design © Joomla Templates | GavickPro. All rights reserved.