População brasileira será de 204,3 milhões em 2030, prevê Ipea
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As primeiras análises da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2007), divulgadas nesta terça-feira (7) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apontam que a população brasileira deve atingir o seu máximo em 2030, com um contingente de, aproximadamente, 204,3 milhões de pessoas.
Para 2035, entretanto, o Instituto projeta um contingente menor, de 200,1 milhões de pessoas no país. Este contingente é resultado, principalmente, da diminuição da mortalidade acompanhada pela queda na taxa de fecundidade, já identificadas anteriormente no país.
De acordo com o Ipea, a mudança mais importante é o envelhecimento da população: a população com menos de 15 anos, por exemplo, representava 33,8% da população total em 1992. Em 2007, esse indicador caiu para 25,2%. Já a população com mais de 60 anos respondia por 7,9% da população brasileira em 1992 e passou a representar 10,6% da população. "Em 2030, teremos uma estrutura etária super envelhecida, o que terá reflexos no mercado de trabalho e mudança nos arranjos familiares", avalia a técnica do Ipea Ana Amélia Camarano.
Crescimento entre os idosos
Outro dado ressaltado pelo Instituto é o crescimento da população com mais de 80 anos. Entre 1992 e 2007, sua participação na sociedade aumento em 1,6 milhões de pessoas, passando de 1% para 1,4% da população.
Os dados apresentados nesta terça-feira mostram, ainda, que aumentou a proporção de idosos chefes de família, chegando a 13 milhões em 2007. Além disso, esses idosos contribuíam com mais da metade da renda familiar, em uma média de 54,9%.
As primeiras análises da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2007), divulgadas nesta terça-feira (7) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apontam que a população brasileira deve atingir o seu máximo em 2030, com um contingente de, aproximadamente, 204,3 milhões de pessoas.
Para 2035, entretanto, o Instituto projeta um contingente menor, de 200,1 milhões de pessoas no país. Este contingente é resultado, principalmente, da diminuição da mortalidade acompanhada pela queda na taxa de fecundidade, já identificadas anteriormente no país.
De acordo com o Ipea, a mudança mais importante é o envelhecimento da população: a população com menos de 15 anos, por exemplo, representava 33,8% da população total em 1992. Em 2007, esse indicador caiu para 25,2%. Já a população com mais de 60 anos respondia por 7,9% da população brasileira em 1992 e passou a representar 10,6% da população. "Em 2030, teremos uma estrutura etária super envelhecida, o que terá reflexos no mercado de trabalho e mudança nos arranjos familiares", avalia a técnica do Ipea Ana Amélia Camarano.
Crescimento entre os idosos
Outro dado ressaltado pelo Instituto é o crescimento da população com mais de 80 anos. Entre 1992 e 2007, sua participação na sociedade aumento em 1,6 milhões de pessoas, passando de 1% para 1,4% da população.
Os dados apresentados nesta terça-feira mostram, ainda, que aumentou a proporção de idosos chefes de família, chegando a 13 milhões em 2007. Além disso, esses idosos contribuíam com mais da metade da renda familiar, em uma média de 54,9%.
