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Sindicato dos Bancários de Sergipe respeita a preservação do emprego

O Sindicato dos Bancários de Sergipe – SEEB/SE - mantém empregos em seu quadro de funcionários de quase 30 anos. Sua atual gestão tem o entendimento de que é importante valorizar seu corpo de funcionários, por isso manteve o quadro de empregados que encontrou e ainda ampliou, com duas estagiárias: de Rádio-jornalismo e Segurança no Trabalho.

 
“Mesmo porque já fazíamos parte da direção do Sindicato, e conhecíamos os funcionários. Sabemos do comprometimento e experiência de cada um para defesa e fortalecimento da entidade. Foi com esse entendimento que nos posicionamos no sentido de que deveríamos mantê-los e valorizá-los”, afirma José Souza, presidente da entidade.
 

Diferentemente das gestões anteriores, esta diretoria sentou e discutiu sobre a negociação coletiva com o Sindicato dos Trabalhadores em Sindicatos do Estado Sergipe – Sintes. “Fazemos isso desde nosso primeiro ano de gestão, e isso é uma confirmação da política cotidiana deste Sindicato, que negocia e luta pelo reconhecimento da classe trabalhadora como o todo”, acrescenta Souza.

Segundo o atual presidente do Sindicato, não tem sentido exigir negociação com os bancos e não agir da mesma forma. “Dentro do Sindicato dos Bancários, cada empregado é uma peça chave para se atingir o sucesso de campanhas e metas traçadas pela entidade. Estes trabalhadores reforçam dia após dia, a luta para que a categoria bancária tenha melhores condições de trabalho e salário”, afirma Eduardo Santos, funcionário do SEEB/SE há 11 anos e presidente do Sintes.

Para Eduardo, o papel de um dirigente sindical é estar pronto para lutar por melhores condições financeira e profissionais para sua categoria e a classe trabalhadora. Entretanto, nem sempre isso acontece dentro do espaço dirigido por todos os sindicalistas. Por isso é que foi criado o Sintes/SE, para que as contradições no movimento pudessem ser expostas e combatidas.

“A nova diretoria do SEEB/SE tem combatido as contradições, através do companheirismo e na junção de forças. Vem melhorando a relação entre o Sindicato e seus empregados, demonstrando para o movimento sindical e patronal que o exemplo deve começar a partir de nossa casa”, destaca Eduardo Santos.
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