Trabalhadores da saúde estão em greve em Sergipe
A greve dos servidores da saúde do nível médio de Sergipe completou uma semana no dia 11 de agosto. E mesmo assim, até agora, o governo do Estado não sinalizou nenhuma proposta que fosse do agrado da categoria. Para chamar ainda mais a atenção da população e da gestão pública, o Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde convocou os servidores para um ato em frente à Secretaria Estadual. Munidos de faixas, um mini-trio, apitos e bandeiras, os funcionários do Hospital João Alves Filho, do Instituto Parreira Horta, da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, Hemose, Hospital da Polícia Militar e do Centro de Referência da Mulher ficaram centralizados na praça General Valadão, no Centro de Aracaju, distribuindo panfletos e pedindo a saída do atual secretário de Estado da Saúde, o deputado estadual, Rogério Carvalho (PT).
Da praça, os grevistas saíram em caminhada pelas ruas de Aracaju, passaram pela Assembléia Legislativa conclamando pelos deputados que interfiram em favor dos trabalhadores. Logo depois, os trabalhadores caminharam pelos Calçadões do Centro, entregando uma carta aberta à população, justificando o porque da greve e sensibilizando o povo de Aracaju. "Os trabalhadores não agüentam mais esse governo que maltrata os seus servidores, oferece um aumento ridículo de 5% e não disponibiliza condições de trabalho dignas para os servidores e nem de atendimento à população", diz Augusto Couto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Área de Saúde (Sintasa).
Negociação frustrada
Ainda de acordo com o presidente do Sintasa, na última sexta-feira, dia 9, os trabalhadores se reuniram com o secretário de Saúde, Rogério Carvalho, que propôs um aumento de 15% apenas para os técnicos e auxiliares de enfermagem. Em contrapartida, de acordo com Couto, seriam retiradas às licenças Premium e de aniversário. A categoria não aceitou a propostas e entra no 8º dia de greve. Couto disse ainda que as categorias paralisadas não querem mais conversar com o secretário Rogério Carvalho e que vão protocolar um pedido de audiência diretamente com o governador do Estado, Marcelo Déda (PT).
Quase mil servidores estão em greve, no entanto, 30% do efetivo está trabalhando como determina a lei. Mas o atendimento reduzido nas unidades de saúde já está sendo refletido no dia-a-dia. Para Rejane Silva, empregada doméstica, ao buscar os serviços do hospital João Alves Filho, teve sérias dificuldades por causa da paralisação. A categoria reivindica um reajuste salarial de 100%. Eles pedem também que as gratificações de portaria e a hospitalar sejam linear para todos e que o aumento do percentual pago por insalubridade passe de 20% para 40%. "Estamos mais uma vez com esse ato chamando a atenção da sociedade para sensibilizar a gestão atual pelas dificuldades que passam os servidores do nível médio", finaliza Maria de Lourdes, diretora do Sintasa.
Fonte: Sintasa
Da praça, os grevistas saíram em caminhada pelas ruas de Aracaju, passaram pela Assembléia Legislativa conclamando pelos deputados que interfiram em favor dos trabalhadores. Logo depois, os trabalhadores caminharam pelos Calçadões do Centro, entregando uma carta aberta à população, justificando o porque da greve e sensibilizando o povo de Aracaju. "Os trabalhadores não agüentam mais esse governo que maltrata os seus servidores, oferece um aumento ridículo de 5% e não disponibiliza condições de trabalho dignas para os servidores e nem de atendimento à população", diz Augusto Couto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Área de Saúde (Sintasa).
Negociação frustrada
Ainda de acordo com o presidente do Sintasa, na última sexta-feira, dia 9, os trabalhadores se reuniram com o secretário de Saúde, Rogério Carvalho, que propôs um aumento de 15% apenas para os técnicos e auxiliares de enfermagem. Em contrapartida, de acordo com Couto, seriam retiradas às licenças Premium e de aniversário. A categoria não aceitou a propostas e entra no 8º dia de greve. Couto disse ainda que as categorias paralisadas não querem mais conversar com o secretário Rogério Carvalho e que vão protocolar um pedido de audiência diretamente com o governador do Estado, Marcelo Déda (PT).
Quase mil servidores estão em greve, no entanto, 30% do efetivo está trabalhando como determina a lei. Mas o atendimento reduzido nas unidades de saúde já está sendo refletido no dia-a-dia. Para Rejane Silva, empregada doméstica, ao buscar os serviços do hospital João Alves Filho, teve sérias dificuldades por causa da paralisação. A categoria reivindica um reajuste salarial de 100%. Eles pedem também que as gratificações de portaria e a hospitalar sejam linear para todos e que o aumento do percentual pago por insalubridade passe de 20% para 40%. "Estamos mais uma vez com esse ato chamando a atenção da sociedade para sensibilizar a gestão atual pelas dificuldades que passam os servidores do nível médio", finaliza Maria de Lourdes, diretora do Sintasa.
Fonte: Sintasa
