Um bancário está entre oito mortos em assalto ao Bradesco no Maranhão
Outros dois assaltantes e uma gerente ficaram feridos, ainda de acordo com a polícia. O grupo, armado com um fuzil, duas pistolas, uma escopeta e um revólver, anunciou o roubo e, após mais de uma hora e meia de negociações, trocou tiros com policiais. Em seguida, os clientes foram soltos e a polícia prendeu duas pessoas.
De acordo com informações do 12ª Companhia da Polícia Militar da cidade de Zé Doca, responsável pelo policiamento na região, um cliente ficou gravemente ferido.
Tiroteio dentro da agência
Conforme a Folha Online, o assalto ocorreu no final da manhã, quando a agência - única localizada no município - estava lotada. Armados com fuzis, o grupo anunciou o roubo. A agência foi cercada, e os criminosos trocaram tiros com policiais militares.
Ao menos um cliente do banco também ficou ferido com gravidade e teve de ser encaminhado a um hospital na região. Há informações de que mais clientes da agência ficaram feridos sem gravidade, mas o número de pessoas machucadas na ação ainda não foi confirmado.
As negociações entre os assaltantes e a polícia duraram mais de uma hora e meia, mas os clientes só foram soltos após o tiroteio. Os três assaltantes feridos também foram hospitalizados e devem ser presos após receberem alta médica.
Procurada pela reportagem, a assessoria do Bradesco informou que lamenta o ocorrido, e que os funcionários da agência receberão assistência da empresa.
Mais violência nos bancos
Na segunda-feira, dia 1º, assaltantes invadiram a agência do Banco do Brasil na cidade de Baião (a 271 km de Belém, no interior do Pará) e levaram 24 pessoas como escudos humanos e feriram duas durante a fuga.
Outra agência do Banco do Brasil foi assaltada em Mirandiba (a 480 km de Recife, no sertão de Pernambuco). De acordo com a Polícia Federal, que também foi acionada para investigar o caso devido à suspeita da presença de uma bomba no local, os assaltantes estavam fortemente armados e renderam dois vigilantes. Eles também tomaram dois clientes como reféns, que foram liberados em seguida.
