Sindicato da Bahia na luta pela preservação do emprego no Bradesco
A política de cortes do Bradesco resultou no fechamento das agências Cidadela e Paulo VI recentemente. Com isso, a ameaça do desemprego paira no ambiente do trabalho e o Sindicato dos Bancários da Bahia tem lutado para preservar aas vagas de trabalho e evitar novas demissões no banco. Por isso, os diretores do SBBA realizaram reunião, nesta quarta-feira (26/04), na unidade Itaigara, que incorporou as agências fechadas.

Mesmo com lucratividade de R$ 20,7 bilhões no ano passado, o Bradesco insiste em fechar unidades. Além de prejudicar os funcionários ao impor metas cada vez mais abusivas que levam ao alto índice de adoecimento entre os trabalhadores.
Para garantir o direito dos clientes ao atendimento presencial no banco, o Sindicato desenvolveu campanha. Inclusive, o Bradesco chegou a recuar, retirando das normas internas a meta para reduzir o atendimento presencial.
“Mas não vamos ficar calados diante desta situação que prejudica os consumidores. Ninguém é contra as tecnologias, mas elas têm que estar a serviço da melhoria da qualidade de vida das pessoas e não das demissões, como têm sido utilizadas para redução do número de empregados desta que é uma das empresas mais lucrativas da economia”, frisou o presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos.
A COE (Comissão de Organização dos Empregados) Bradesco vai se reunir virtualmente, nesta quinta-feira (27/04), às 16h, para tratar de uma campanha nacional contra o fechamento de agências, contra demissões e pelo respeito aos clientes, mesma iniciativa que já foi colocada em prática pelo SBBA.
Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia.

