Funcionários do BB ainda aguardam uma proposta
O Banco do Brasil não avançou nas negociações para a renovação do ACT (Acordo Coletivo de Trabalho). Sem previsão para um novo encontro, a CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários) reafirma o desejo dos trabalhadores por uma proposta justa, já que nas últimas reuniões a direção do banco sinalizou reduzir os atuais três ciclos avaliatórios para um ciclo e negou a possibilidade de venda das faltas abonadas.
Com a proposta de diminuição dos ciclos avaliatórios da GDP (Gestão de Desempenho Profissional), o assédio moral aumentar no BB. A redução facilitaria os resultados negativos, descomissionando centenas de trabalhadores, com a aparência de improdutividade.
Na última reunião, quando a CEBB tentava negociar a venda das faltas abonadas, o banco prontamente rejeitou. Para piorar, também quer diminuir 1 ano de assistência psicológica para 20 sessões de psicoterapia, a funcionário ou dependente vítima de assalto ou sequestro.
Presente nas negociações com o BB, o diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia, Fábio Ledo, afirma que a postura do banco é inaceitável, já que não apresentou nenhuma proposta admissível para os trabalhadores. O BB agora espera o resultado da negociação com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), para marcar uma nova reunião.
Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia.

