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Seeb Bahia debate assédio e condições de trabalho com a Caixa

Um problema recorrente na Caixa e que o Sindicato dos Bancários da Bahia tem lutado para acabar é o assédio moral. Para tratar mais uma vez sobre o tema e sobre as condições de trabalho, diretores da entidade estiveram em reunião, nesta sexta-feira (23/07), com o Superintendente de Rede, Rychard Fully.

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A cobrança excessiva de metas e o consequente aumento dos problemas de saúde, muitos graves, também estiveram em pauta. Mais do que nunca, neste momento, os empregados deveriam ser valorizados pelos esforços sobrenaturais em meio à crise sanitária.

Mas a instituição faz o contrário e adoece. Há relatos de bancários em depressão, síndrome do pânico, fazendo uso contínuo de remédio controlado por causa do volume de cobrança. Uma das soluções para acabar com o problema, é a convocação dos aprovados no concurso público.

Nesta semana, a direção da empresa até anunciou a contratação de 4 mil trabalhadores e a abertura de agências, quatro na Bahia. Porém, os números são insuficientes para aliviar a pressão.

Augusto Vasconcelos enfatizou que não é contra os resultados. Mas, a forma como a cobrança tem sido realizada é desumana. "Todos nós defendemos uma Caixa que dê resultados, eficiente. No entanto, a forma como a cobrança por metas acontece é cruel e eleva o índice de adoecimento. Nós não vamos aceitar", acrescentou.

Também participaram da reunião, o secretário-geral da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza, o diretor da Feeb, Samio Cássio, e o gerente administrativo da Superintendência da Caixa, Marcos Queiroz.

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia.

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