Ações flagraram 70 pessoas em trabalho escravo na Bahia em 2016
Na última quinta-feira (26/01) foi divulgado no lançamento de edição da Revista Baiana da Inspeção do Trabalho, dados informando que em 19 operações de fiscalização integrada, a Bahia registou no ano passado 70 trabalhadores resgatados de situação análoga à de escravo em nove empresas de 28 municípios. O número teve um crescimento sobre 2015, quando 57 pessoas foram localizadas pelas equipes.
O evento reuniu representantes de entidades que atuam no combate ao trabalho degradante, na Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Saúde e Segurança do Trabalho (Fundacentro), no Caminho das Árvores. Com artigos científicos sobre temas relativos à fiscalização trabalhista, a revista é iniciativa do Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Satifeba), com apoio do Ministério Público do Trabalho.
Um dos principais obstáculos para que a prática seja banida é a falta de conscientização. Os trabalhadores e os empregadores que exploram esta mão de obra, precisam saber mais sobre as leis, seus direitos e deveres.
Em fevereiro, a rede de combate fará a primeira das 11 ações de fiscalização conjunta na Bahia que devem ocorrer este ano.

