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Sob protestos dos trabalhadores, Senado aprova reforma trabalhista

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (11), sem alterações, o projeto de reforma trabalhista (PLC 38/2017), que retira direitos e conquistas dos trabalhadores e precariza as relações de trabalho. Apesar de toda a resistência dos senadores da oposição e da grande mobilização das centrais sindicais em Brasília, a matéria foi aprovada por 50 votos a favor, 26 contrários e uma abstenção. O texto agora vai direto à sanção do presidente golpista Michel Temer.

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Durante todo o dia em Brasília, ocorreram protestos dentro e fora do Senado. Logo na abertura da sessão, as senadoras da oposição obstruíram o início da votação e permaneceram seis horas na mesa presidencial, no escuro e sem som nos microfones. O ato de resistência contra o avanço da sessão foi recebido com irritação pelo presidente da casa, que ordenou o corte da eletricidade.

Do lado de fora, na entrada do plenário, lideranças do movimento sindical pressionavam exigindo autorização para acompanhar a votação da reforma, no que foram barrados pela polícia do Senado. E nos arredores do Congresso, manifestantes acampados protestavam contra o desmonte nos direitos trabalhistas. O diretor da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Waldenir Brito, esteve presente nas manifestações representando a entidade.

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Veja aqui o que muda com a aprovação da reforma trabalhista.

Com informações da CTB

 

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