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Ato nesta terça cobra celeridade no caso Colombiano e Catarina

Familiares, amigos e admiradores do casal Paulo Colombiano e Catarina Galindo realizarão uma grande manifestação em frente ao Tribunal de Justiça da Bahia, no Centro Administrativo, nesta terça-feira (21/11), a partir das 13h30, quando acontece a apreciação dos recursos da acusação e da defesa no processo que investigo o assassinato do casal, ocorrido em 29 de junho de 2010, em Salvador.

protesto colombiano e catarina 38c0e

O ato convocado pelo PCdoB, vai de pedir celeridade no julgamento do caso, que aconteceu há mais de sete anos.

“Nós precisamos fazer justiça e fazer justiça é, exatamente, cobrar punição a esses assassinos, irresponsáveis, gananciosos, que, pela corrupção e pela busca de dinheiro, tiraram as vidas de um pai e de uma mãe de família, deixando entristecido não só o PCdoB, mas todas as forças democráticas da Bahia, que viram retomar o coronelismo e o extermínio de pessoas em nome do capital, do lucro e do roubo”, disse o presidente estadual do PCdoB, Davidson Magalhães.

Magalhães ainda criticou a morosidade do Judiciário brasileiro. “O Tribunal de Justiça da Bahia, assim como a Justiça no Brasil, é lento quando se trata de apurar agressões, assassinatos, contra o povo brasileiro. São mais de sete anos e até agora os responsáveis pelo assassinato de Catarina e Paulo Colombiano não estão onde deveriam estar: na cadeia”, completou.

O julgamento

A apreciação dos recursos será feita pela 2ª Turma da 1ª Câmara Criminal, presidida pela desembargadora Rita de Cássia Nunes, que é a revisora do processo em segunda instância, e com relatoria do desembargador Pedro Augusto Guerra. Além dos dois, também vai participar da sessão de julgamento dos recursos o desembargador Abelardo da Matta Neto.

A defesa contesta a autoria dos crimes, já reconhecida em primeira instância e atribuída ao empresário e oficial aposentado da PM Claudomiro César Ferreira Santana, apontado como mandante, e a seus funcionários Daílton de Jesus, Edilson Araújo e Wagner Souza, que seriam os executores. A acusação contesta a exclusão de responsabilidade de um acusado, o irmão de Claudomiro, o médico Cássio Antônio.

O caso

Os dois irmãos eram proprietários da MasterMed, empresa do ramo de plano de saúde que tinha um contrato com o Sindicato dos Rodoviários, onde Paulo Colombiano era tesoureiro. Para os familiares, as mortes foram planejadas por Claudomiro e Cássio depois de saberem que Colombiano havia descoberto uma fraude milionária no contrato de prestação de serviços ao sindicato.

Fonte: PCdoB Bahia. 

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