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Feebbase participa do Curso de Formação da CTB em Aracaju

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Cerca de 200 dirigentes sindicais de Alagoas, Bahia e Sergipe participaram do Curso de Formação Sindical do Nordeste 2026, realizado no sábado e domingo (14 e15/3), no auditório do Sindicato dos Bancários de Sergipe, em Aracajú. A atividade foi promovida pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e pelo Centro Nacional de Estudos Sindicais (CES) reuniu representantes de 30 entidades sindicais.

O auditório ficou lotado para debates de extrema importância. No sábado, as aulas foram ministradas pelo professor e advogado, José Geraldo Santana Oliveira, que falou sobre direitos trabalhistas, sindicais e previdenciários. No domingo, o tema abordado foi Gestão Sindical Classista, com exposição de Aurino Pedreira, presidente da Federação dos Metalúrgicos da Bahia, diretor do CES e membro da Fundação Maurício Grabois (BA).

A Federação dos Bancários da Bahia (Feebbase) esteve representada no evento pelos diretores José Antônio dos Santos, Grassa Felizola, Alan Gomes, Erivaldo Sales, Francisco André, Claudevir Moraes e Guilherme Martinez.

O papel estratégico do movimento sindical

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Aurino Pedreira afirmou que o CES, instituição organizadora da formação, previa a inscrição de diversas categorias e que a maior preocupação dos participantes é o atual momento político. "Há uma grande perspectiva sobre o processo eleitoral que se aproxima e o papel do dirigente, da organização sindical e das centrais nesse momento decisivo. Entendemos que existe uma ansiedade dos trabalhadores em encontrar respostas. O que poderemos fazer? Como devemos agir em cada categoria? Claro que a luta e a preservação dos direitos são importantes, mas a prioridade hoje é entendermos que o momento exige consciência da classe trabalhadora para identificar que o país não vive apenas uma troca de cargos, mas uma mudança de rumo ".

Sobre o momento atual, o professor e advogado José Geraldo foi enfático ao defender a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. "Tenho 74 anos e já vivenciei muitos momentos políticos. Sem dúvida, este é o mais desafiador, porque a eleição presidencial será um plebiscito. Vamos escolher se queremos a ordem democrática, o Estado Democrático de Direito e a justiça social — representados por Lula — ou se queremos o fascismo. Qualquer candidato da direita, seja Flávio Bolsonaro ou outros, representará um retrocesso de pelo menos um século. Quem gosta de democracia somos nós, os trabalhadores. O capital apenas a tolera quando não tem alternativa; se puder, ele a evita, pois não quer trabalhadores conscientes. O movimento sindical teve papel fundamental em 2022 e espero que saia às ruas novamente. Os sindicatos não podem ter medo: dizer sim à democracia é dizer sim à reeleição de Lula".

Com informações do Sindicato dos Bancários de Sergipe. 

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