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Negociação com a Fenaban será retomada nesta quinta

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O Comando Nacional dos Bancários e a Federação dos Bancos voltam a se reunir nesta quinta-feira, 23 de agosto, às 10h, para retomar as negociações da campanha nacional 2018. A expectativa é muito grande para o encontro, uma vez que o Comando rejeitou ainda na mesa, a segunda proposta apresentada pela Fenaban, na última terça-feira.

Na avaliação dos bancários, além de insuficiente a proposta dos bancos era desrespeitosa, pois previa o fim do pagamento da PLR integral para mulheres em licença-maternidade e os afastados por acidente ou doenças, dentre outros retrocessos. Oferecia ainda o aumento real de apenas 0,5% nos salários e outras verbas econômicas, outro absurdo, diante dos lucros bilionários alcançados pelo setor no mesmo período.

A categoria reagiu à proposição com a realização de protestos e paralisações em diversas cidades do país nesta quarta-feira (22). A expectativa agora é de que a Fenaban tenha entendido, que sem aumento real e garantia de direitos não tem acordo com os bancários.

Confira os detalhes da segunda proposta dos bancos:

• Retirada do salário substituto (cláusula 5ª);

• Fim da PLR integral para bancárias em licença-maternidade e afastados por acidente ou doença (esses trabalhadores receberiam PLR proporcional ao período trabalhado);

• Querem compensar, caso percam na Justiça, as horas extras pagas como gratificação de função conforme a cláusula 11ª da CCT. Esse item não vale para os bancos públicos, que têm Plano de Cargos e Salários (PCS). A proposta foi rejeitada e o Comando quer negociar PCS para todos;

• Alteração da cláusula do vale-transporte, rejeitada porque ficaria pior do que a lei (cláusula 21ª);

• Fim da cláusula que proíbe a divulgação de ranking individual (cláusula 37ª);

• Retirada da cláusula que previa adicional de insalubridade e periculosidade porque está na lei (cláusula 10ª);

• Querem flexibilizar o horário de almoço de 15 minutos para 30 minutos na jornada de seis horas (exceto para teleatendimento e telemarketing);

• Fim do vale-cultura (cláusula 69). Comando quer que permaneça para que o direito esteja garantido caso do governo retome o programa;

• Retirada da cláusula que garantia a homologação de rescisão contratual nos sindicatos;

• Aqui um avanço: garante o parcelamento do adiantamento de férias em três vezes, a pedido do empregado;

• Outro avanço: mantém o direito do hipersuficiente à CCT (quem ganha mais de R$ 11.291,60);

• Mantém o direito ao adiantamento emergencial para quem tem recurso ao INSS por 90 dias. Os bancários querem 120 dias.

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