Menu
redes sociais 2023

CTB rejeita redução da remuneração da poupança

Diante da migração das aplicações dos fundos de investimentos para as cadernetas de poupança, decorrentes da redução da taxa básica de juros (Selic) o governo Lula está cogitando a mudança do cálculo da remuneração da poupança, que como se sabe é a opção preferencial dos trabalhadores e indivíduos de baixa renda para aplicar suas parcas e suadas economias.


A administração federal (através do Banco Central e do Ministério da Fazenda) já está estudando uma forma de reduzir a remuneração (hoje em 6% ao ano) e entre as propostas que surgiram neste sentido destaca-se a de alterar o indexador, que deixaria de ser a TR (Taxa Referencial) para ser formado por parte da taxa básica de juros, a Selic. Não seria a Selic inteira, que embora em descenso ainda é superior aos 6% reais ao ano garantidos pela caderneta de poupança. Com isto, os grandes investidores não mais migrariam para a poupança.


Ocorre que tal mudança, casuísta, pode prejudicar seriamente os pequenos poupadores. Por esta razão, a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) rejeita a proposta que vem sendo cogitada no Palácio do Planalto e defende a manutenção e melhoria das atuais regras para garantir pelo menos 6% reais de rendimento ao ano.


São Paulo, 17 de março de 2009


 Wagner Gomes, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar