CTB rejeita redução da remuneração da poupança
A administração federal (através do Banco Central e do Ministério da Fazenda) já está estudando uma forma de reduzir a remuneração (hoje em 6% ao ano) e entre as propostas que surgiram neste sentido destaca-se a de alterar o indexador, que deixaria de ser a TR (Taxa Referencial) para ser formado por parte da taxa básica de juros, a Selic. Não seria a Selic inteira, que embora em descenso ainda é superior aos 6% reais ao ano garantidos pela caderneta de poupança. Com isto, os grandes investidores não mais migrariam para a poupança.
Ocorre que tal mudança, casuísta, pode prejudicar seriamente os pequenos poupadores. Por esta razão, a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) rejeita a proposta que vem sendo cogitada no Palácio do Planalto e defende a manutenção e melhoria das atuais regras para garantir pelo menos 6% reais de rendimento ao ano.
São Paulo, 17 de março de 2009
Wagner Gomes, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

