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Bancários querem aprofundar debates sobre saúde

Debates mais aprofundados na mesa temática de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora em 2016. Esta foi a principal reivindicação de sindicatos e federações de todo o país durante a retomada das negociações com a Fenaban nesta quarta-feira (9/12), em São Paulo.

No encontro, foram discutidos o Programa de Reabilitação Profissional (cláusula 44ª da Convenção Coletiva de Trabalho-CCT), o GT de Análise dos Afastamentos, que agora será permanente e em destaque a cláusula 57ª da CCT, conquista da campanha de 2015, que prevê o desenvolvimento de programas, pelos bancos, para a melhoria contínua das relações de trabalho. Também estraram na pauta a participação e avaliação do PCMSO (Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional) pelos empregados e melhorias na SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes), já que muitos bancos têm substituído o formato presencial pelo formato eletrônico, sem nenhuma negociação com a representação dos trabalhadores.   

Ficou acertado que a Fenaban apresentará uma proposta de calendário de reuniões para o próximo ano, tanto para as negociações da mesa de Saúde, quanto para as reuniões de avaliação do Instrumento de Prevenção e Combate ao Assédio moral.  Os bancários reivindicaram que essas reuniões sejam mais longas, das 9h às 17h, para que haja mais tempo para os debates.

Ainda sobre a cláusula 57ª da CCT, a Fenaban informou que o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Santander e HSBC já assinaram o acordo aditivo referente à cláusula e que a partir de agora a representação dos bancários deverá procurar cada banco para tratar sobre o início dos trabalhos.

É o que deve acontecer em breve, pois o objetivo é de que, até maio, todas as propostas sobre Saúde estejam concluídas para serem debatidas pelo Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban.

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