BNDES insiste em corte de direitos
Enquanto os bancários dos bancos públicos e privados aprovaram um acordo com garantia de todos os direitos, os funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sofrem com a insistência da empresa em atacar direitos conquistados.
A proposta do BNDES que irá votação nesta terça-feira (1/9), em assembleia que acontecerá de 17h às 23h, faz alterações que preparam ataques futuros aos direitos dos funcionários e desestrutura as entidades que podem resistir aos ataques do banco.
A proposta modifica a cláusula que garante o direito ao contraditório nos casos de desligamento pelo banco, ao dispensar vários procedimentos que a direção é obrigada a cumprir antes de efetivar o desligamento.
O banco também retira uma cláusula importante para possibilitar mudanças no estatuto da Fundação de Assistência e Previdência Social (Fapes) do BNDES, limitando o poder dos trabalhadores, e ataca frontalmente direitos de organização e democracia dos trabalhadores, ao retirar do ACT o direito à reunião e o acesso dos dirigentes das associações ao quadro funcional, além de retirar o desconto das mensalidades em folha e cortar as liberações para o trabalho sindical.
Diante de tantos ataques, os representantes dos trabalhadores orientam que a proposta seja rejeitada.

