Campanha pede justiça para sindicalistas Paulo Colombiano e Catarina Galindo
A
campanha começou na semana antes da festa natalina e termina nesta
sexta-feira (11/01). As peças estão espelhadas pelos quatro cantos da
capital baiana, entre estes, os bairros do Canela e do Barris, além da
Cidade Baixa. Esta foi uma ação pontual e silenciosa, mas se trata de
mais uma tentativa de não deixar o crime cair no esquecimento da
Justiça. “Não queríamos nos expor mais. Queremos que a mensagem corra
por si”, explica o filho de Catarina, Eder Galindo. E ele complementa.
“O que não quer dizer que outras ações não possam ocorrer depois”.Segundo o rapaz, a intenção era atingir outros espaços da sociedade, que não os de amigos e pessoas próximas, mas ultrapassar a barreira dos ciclos de amizade e família, que estão diariamente na luta pela punição dos acusados. No último dia 29 de dezembro, completou dois anos e seis meses dos homicídios.
Até agora, mesmo com denúncia do Ministério Público e pedido de prisão preventiva, os cinco envolvidos no crime continuam soltos. Para o presidente da CTB-BA, Aldilson Araújo, a situação é inaceitável, pois a polícia já comprovou a culpa dos envolvidos. Segundo o sindicalista, a sensação é de impunidade, por conta do poder aquisitivo dos empresários, mandantes dos assassinatos.
Para o presidente do diretório municipal do PCdoB, Geraldo Galindo, irmão e cunhado das vítimas, os criminosos deveriam permanecer presos até o julgamento e ser punidos nos rigores da lei.
Vermelho - Maiana Brito

