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Campanha Salarial 2026

Comando Nacional avalia positivamente Campanha Salarial 2010 e define próximas lutas

O Comando Nacional dos Bancários, reunido nesta terça-feira, dia 7, em Belo Horizonte, avaliou de forma positiva a Campanha Salarial 2010. Para os dirigentes dos sindicatos e federações, a greve mais forte dos últimos 20 anos arrancou o maior aumento real, valorização do piso, elevação da PLR e cláusulas de combate ao assédio moral e de melhoria da segurança bancária, além de vitórias nos acordos específicos com os bancos públicos. Os participantes também definiram encaminhamentos para organizar as próximas lutas.

Crédito: Seeb Belo Horizonte
Seeb Belo Horizonte Eduardo Navarro, vice-presidente da Federação dos Bancários da BA-SE, elogiou a atuação do Comando Nacional e destacou a unidade do movimento. "Acertamos a data da greve, deflagrada no dia 29 de setembro, que permitiu aprofundar a organização e a unidade da categoria", disse. "Precisamos seguir apostando na possibilidade de construir uma única mesa de negociação", enfatizou.

Encaminhamentos

Os integrantes do Comando Nacional aprovaram um conjunto de encaminhamentos, que apontam para a continuidade da luta dos bancários em 2011, buscando novas conquistas.
Veja as definições do Comando Nacional abaixo:

1. Realização do Encontro Nacional de Dirigentes Sindicatos (9, 10 e 11 de fevereiro, em São Paulo) para organizar o processo de negociação permanente e definir as prioridades em cada banco público e privado;


2. Retomada das mesas temáticas com a Fenaban (saúde e condições de trabalho, segurança bancária, terceirização e igualdade de oportunidades);


3. Assinatura de acordos coletivos entre os sindicatos e os bancos sobre a cláusula de prevenção de conflitos no ambiente de trabalho, que visa ao combate ao assédio moral;


4. Assinatura de acordos entre os sindicatos e os bancos sobre a cláusula de reabilitação profissional;


5. Retomada das mesas permanentes com todos os bancos públicos e privados, procurando novas conquistas para as questões específicas;


6. Retomada do debate sobre o sistema financeiro que queremos.


7. Continuidade da luta pelo emprego.

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