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Campanha Salarial 2026

Direção da Caixa desrespeita e adoece os empregados

Mesmo tendo atendido quase 140 milhões de pessoas nos primeiros novo meses do ano, os empregados não são valorizados pela direção da Caixa. Ao contrário, sofrem ataques diários com o aumento de metas, a implementação de um processo de reestruturação sem planejamento, a pressão para adesão ao programa de desligamento voluntário (PDV), além da sobrecarga de trabalho.

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A falta de reconhecimento ao trabalho feito durante a pandemia, quando foram responsáveis pelo pagamento do auxílio emergencial a milhões de brasileiros, é tamanha que a empresa resolveu aumentar as metas no final do semestre, obrigando os empregados a trabalharem ainda mais. O resultado será o adoecimento físico e mental de muitos bancários, que temem serem descomissionados ou prejudicados, caso não alcancem os objetivos impostos pela empresa.

Outros funcionários sofrem também com a transferência compulsória para outros locais, como fruto da venda de prédios e um processo de reestruturação feito de forma desorganizada e sem nenhum diálogo com os bancários. Muitos foram transferidos, como forma de pressão para que aderissem ao último PDV.

Tem ainda a sobrecarga de trabalho gerada pela redução do quadro de pessoal pelos sucessivos PDVs realizados nos últimos anos. Sem a contratação de mais gente, os que ficam são obrigados a cumprir jornadas estafantes. A situação piorou ainda mais com a abertura das agências aos sábados.

O pior, é que tudo acontece sem nenhuma negociação com as entidades representativas dos bancários, em um total desrespeito à Convenção e ao Acordo Coletivo de Trabalho em vigor. Um absurdo!

As entidades sindicais continuam cobrando que a Caixa respeite os empregados e reveja o aumento das metas e o processo de reestruturação. Reivindica também a contratação de mais funcionários para atender à crescente demanda pelos serviços do banco.

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