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GT Saúde Caixa discute balanço e custeio do plano

Dando segmento ao debate sobre custeio e sustentabilidade, o Grupo de Trabalho (GT) sobre o Saúde Caixa discutiu alguns pontos do balanço do banco que tratam do plano, como a provisão de recursos para garantir a parte da Caixa no custeio do plano. Os representantes dos empregados avaliaram ainda a importância de fortalecer os comitês de credenciamento/descredenciamento de prestadores de serviço do plano.

De acordo com o balanço, a Caixa fez um aporte extraordinário no fundo de reserva de R$ 122, 944 milhões para custear os 70% do plano, como definido em Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2020/2022. Somados às reservas técnicas e de contingência, gerou um fundo contábil de R$ 428,535.

Pelo ACT, os usuários são responsáveis por 30% e a Caixa por 70% das despesas totais do plano (custos assistenciais + custos administrativos) em 2021. Os representantes da Caixa informaram que mesmo se o valor aportado não for suficiente, a empresa tem o compromisso de garantir 70% das despesas do plano.

Os representantes dos empregados ressaltam a importância de preservar este modelo de 70%/30% para manter o Saúde Caixa financeiramente viável para os empregados. Para isso, se posicionaram fortemente contra a aplicação do teto de 6,5% da folha de pagamento para o custeio do plano pela empresa e a Resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que prevê restrições às estatais no financiamento dos planos de saúde dos empregados.

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